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Homem Formiga e Vespa consegue agradar justamente por ser menos pretensioso.

Longa é o descanso merecido para o telespectador depois das fortes emoções vividas em Guerra Infinita.

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Mais de vinte anos se passaram desde que o primeiro longa desse ousado (e bem sucedido) projeto da Marvel ganhou as telas dos cinemas mundo afora. E com a sequencia de filmes e fases, o telespectador se acostumou com um escalonamento contínuo da ação, drama e poder dos personagens nas telas.

Essa subida de temperatura se manteve até o épico Guerra Infinita, o qual está em seu interlúdio para término em 2019. E justamente após essa epopeia de dimensões continentais que segue o diminuto Homem Formiga e Vespa; e claramente tal não se deu por acaso.

Ausente de Guerra Infinita, o Homem Formiga ainda está lidando com os acontecimentos de sua insurgência contra os acordos de Sokovia na Alemanha, auxiliando o “Team Cap” a derrotar o “Team Iron”, sendo explicado o que ocorre com o personagem após a marcante batalha do aeroporto.

O primeiro ponto interessante disso é ver que os Acordos de Sokovia têm, sim, poder; e uma aplicação diferente para heróis diferentes. Os pesos e medidas diferentes aplicados aos diferentes status de heroísmo continuam a manter a segregação que se vê em Guerra Civil.

Em segundo lugar, vale notar que o diminuto herói serve de contraponto à tudo aquilo que acontecia no mundo (e fora dele) durante a invasão de Thanos e sua busca pelas Jóias do Infinito, pois o mundo não deixou de girar até os atos finais do Titã Louco, e pessoas continuavam nas suas batalhas diárias.

No caso, a batalha de Scott Lang é viver com as consequências de suas ações em Guerra Civil, e diante disso tentar equilibrar sua vida familiar e afetiva – afinal somente para Clark Kent que esse equilíbrio é tranquilo. Essa luta doméstica é um refresco para os ânimos exaltados e exaustos após a batalha de Wakanda e aquela estalada de dedos. Esse é, sem dúvida, o maior propósito do filme.

Já o enredo, com seus vilões e heróis, segue bem balanceado e traz algo que tem feito um relativo sucesso no Universo Cinematográfico da Marvel desde a Guerra Civil: a relativização do bem e do mal. Afinal, Scott Lang não roubou e violou uma Lei Federal? Então por que não pode haver bondade e humanidade no antagonista?

Isso deixa os filmes menos fantasiosos e mais reais, apesar dos poderes. Tudo com aquela esperada dose de humor, é claro. Bons atores, já conhecidos, com os ótimos reforços de Laurence Fishburne e Michele Pfeiffer, mantém o ritmo sem tropeços.

Verdade seja dita: que o tal do reino quântico, o qual seria uma das chaves para derrotar Thanos, continua meio estranho e misterioso; e o próprio protagonista pergunta se eles precisam usar esse nome na frente de cada frase.

Talvez Tom Holland, o atual Homem Aranha esteja certo, e somente o Dr. Estranho consiga explicar o que está rolando; e não à toa o reino quântico parece muito como as viagens interdimensionais de Stephen Strange. E não é que, no final, após a cena pós créditos, o filme se junta a Guerra Infinita, ainda que não dependa dele pra nada? E que venha a Capitã Marvel.

Um curioso acima de tudo. Amante das artes, busco viver sem rótulos e explorar o que a alma pede. Escrevo sobre o que gosto, amo, odeio, me faz pensar e me faz sentir. Espero que minhas ideias, palavras e ações sejam meu legado. Bem vindos e espero que gostem.

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Elseworlds mostra a maturidade da DC na TV

Crossover anual da DC muda a fórmula mas mantém a diversão em alta no Arrowverse

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Já virou quase tradição natalina: depois do dia de ação de graças, as séries da DC Warner são reunidas para um especial que reúne heróis e vilões em um crossover que se estende por toda a programação. Não é de se estranhar porque dá certo: foi justamente em Arrow que o Flash foi lançado, e neste que foram lançadas as Lendas do Amanhã. 

Na edição 2018, contudo, a fórmula mudou: ao invés de trazer um batalhão de heróis e cenas poluídas de personagens, o foco foi outro: usar poucos heróis e dar mais atenção à narrativa, introduzindo novos e interessantes personagens. Assim, as Lendas ficaram de fora, com algumas gentis menções e um breve participação especial não essencial, e o trio Flash, Arrow e Supergirl ganhou o reforço do primo famoso: Superman tem um grande papel no desenrolar da trama que introduz Batwoman, muito bem caracterizada por Ruby Rose, que vai ter seu próprio título em breve. Inclusive a introdução do Batverso nos mundos DC compartilhados foi um dos grandes momentos do crossover: Batman ainda não deu as caras e seu mistério só cresce: temos Robin em Titãs, um pequeno Bruce Wayne em Gotham e agora sua prima e Batwoman em Supergirl. Quem será e quando será visto Bruce Wayne em seu ápice?

Talvez a resposta esteja em Elseworlds mesmo. Ao seu final, já é anunciado o grande evento DC para 2019: Crise nas Infinitas Terras, o que os fãs já conhecem como uma saga tão importante para a Detective Comics quanto Guerra Infinita é para a Marvel. E para isso serão necessários todos os personagens: não à toa o Flash da Terra 90 pergunta para John Diggle onde está seu anel, revelando ele ser um Lanterna Verde em algum dos mundos.

E se as referências todas do Batverso, com uma bela passeada pelas celas de Arkhan, com a Corte das Corujas e o Pinguim com cela cativa, não for suficiente, existem ainda fantásticas homenagens à Smallville e a fazenda dos Kent com a clássica abertura: “Somebody saaaaaaaave me”, e o ator que viveu o Flash na década de 90 voltando a usar o manto escarlate, o que dá a esperança de uma ponta de Tom Wellington no futuro, já que voltou ao sucesso com Lúcifer.

Enfim, muitas referências e muita diversão garantem o crossover anual da DC, cada vez melhor, mais maduro, usando melhor seus personagens e com uma narrativa mais sólida, sem perder de vista o humor – jamais visto até então em Stephen Amell ou uma gravidade em Gustin Grant na troca de personalidades e poderes. Vale muito a pena, até para quem nunca viu nenhuma das séries. 

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Miley Cyrus é cogitada para Black Mirror; cantora participou de filmagens na África do Sul

Muitos fãs aproveitaram a presença da cantora pop para tirar fotos e pedir autógrafos.

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Miley Cyrus é a celebridade que pode estar na próxima temporada de Black Mirror! A cantora foi vista, no mês passado, participando de filmagens, em Cape Town – África do Sul. Para agitar os espectadores fiéis da série, tudo anda bem escondido, mas acredita-se que em breve a Netflix divulgue.

Segredo sobre aparição de Miley Cyrus

A Netflix mantém segredo sobre a aparição da jovem na série da plataforma de streaming, e ainda não confirmou sua presença. Miley também vem mantendo segredo sobre sua participação na série que é sucesso de público.

Na Cidade do Cabo, muitos fãs aproveitaram a presença da cantora pop, tiraram fotos e pediram autógrafos. Uma das seguidoras de Miley falou sobre sua presença no local: “Miley Cyrus foi muito gentil. Ela é uma pessoa ‘insanamente’ legal!”.

Miley voltou a usar ‘cigarro proibido’

Recentemente, Miley Cyrus contou em entrevista ao jornal The Sun, que voltou a usar entorpecentes. Desde 2016, a cantora de 26 anos havia parado, mas contou que ganhou apoio da mãe para retornar ao vício.

“Nós fumamos um pouco. De vez em quando, sabe?”, destacou ela, alegando também que não fuma quando está trabalhando. “Minha mãe me pôs de volta nisso. Quando eu estou trabalhando, não acho que funciono em meu auge, mais inteligente, sendo capaz de estar atenta e presente [quando fumo], então eu não fumo quando estou trabalhando”.

A revelação faz relembrar que, recentemente, Shawn Mendes anunciou aos fãs que gosta e faz o uso da mesma substância. O astro revelou a uma revista que faz uso do entorpecente – o que revoltou muitos fãs e gerou críticas, já que a maior parte de seu público é menor de idade.

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Confira os lançamentos e novidades da Netflix para este sábado (15)

Netflix prepara o lançamento de diversas novidades em seu acervo para este sábado.

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A Netflix já preparou grandes novidades e lançamentos para inserir em seu catálogo neste sábado, 15 de dezembro. São títulos que prometem agradar aos seus milhares de assinantes brasileiros tamanha a variedade de temas. Além de filmes, há a atualização de temporada de uma das séries mais comentadas da atualidade.

Confira os lançamentos e novidades Netflix (15/12)

Talvez a grande novidade do dia seja a inclusão da terceira temporada de Lucifer. A trama conta a história do ser das trevas que se muda para Los Angeles, abre um piano-bar e empresta a sua sabedoria a uma investigadora de assassinatos.

Os outros títulos que entrarão no já vasto acervo da maior plataforma de entretenimento por streaming do mundo não tiveram as sinopses divulgadas. As novidades são: A Voz de Um Sonho, All of You, F.R.E.D.I. e Sad Hill Unearthed.

Todos os lançamentos da semana da Netflix

Foram disponibilizadas diversas novidades no catálogo da plataforma desde o início da semana. Segunda não teve lançamento, mas os destaques de terça ficaram por conta de Memórias de Alhambra, a terceira temporada de Outlander e Vir Das: Losing It.

Já na quarta foram Back Street Girls: Gokudoll, um anime original. E pluribus unum: O Sonho Americano, Out of Many One e Redline – Perigo nas Pistas. No dia 13 foi a vez da segunda temporada de Wanted e K. Mas a grande quantidade de novidades foi na quinta-feira dia 14., confira:

A Bala Desaparecida, Ameaça em Chamas, Cante e Dance com a Vera, Cuckoo: 4ª temporada, Cante e Dance com a Vera: Dance & Sing with True: Canções, Férias de Verão com Coo, Fuller House: 4ª temporada, Inocente – Uma história real de crime e injustiça, Narcos na Vida Real, O Amuleto Sagrado, O Mundo Sombrio de Sabrina: Um Conto de Inverno, O Último Guardião, Por dentro das prisões mais severas do mundo, ROMA, Sin senos sí hay paraíso, Sunderland Até Morrer, The Fix ,Tidelands, Travelers: 3ª temporada, Voltron – O Defensor Lendário: Temporada 8.

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