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Netflix disponibiliza 21 lançamentos e novidades nesta semana

São disponibilizados pela Netflix 21 novos lançamentos e novidades na semana de 22 a 28/10.

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Mais uma semana chegou e a Netflix preparou diversos lançamentos e novidades para o seu catálogo nesta semana que vai de 22 a 28 de outubro. São 21 novos títulos que devem agradar a todos os tipos de assinantes desta que é a maior plataforma de streaming do mundo.

Dentre as inúmeras novidades está a segunda temporada de Great News e a estreia de uma nova série, Segurança em Jogo. Além disso, os fãs de Suits irão se esbaldar com a disponibilização da oitava temporada da série de sucesso. E o remake de uma série de sucesso de décadas passadas.

Novidades e lançamentos Netflix de 22 a 28/10

Neste domingo (22) chega ao catálogo os filmes Déja Vu, Iron Ladies e Way Back into Love. Já na segunda-feira (23) é a vez do stand-up original estrelado por Adam Sandler, 100% Fresh. No dia 24 de outubro chega ao catálogo a série original Segurança em Jogo. No dia 26 chegam: Em Breve (série original), a segunda temporada de Great News, o infantil Robozuna, Ronnie Coleman: The King, e a aguardada oitava temporada de Suits.

No dia 26 serão disponibilizadas a segunda temporada de Castlevania, o musical original da plataforma, No Ritmo da Sedução, a original e aguardada O Mundo Sombrio de Sabrina, Santo Chifre, o documentário original Shikers – O Filme Roubado, Terrorism Close Calls e Velvet Buzzsaw, ambos originais também.

No dia 27 são lançados Na Inspector Calls, Garotos de Lugar Nenhum: O Livro das Sombras e Hairspray Live!. E para encerrar essa semana cheia de novidades, no dia 28 chega no catálogo um talk-show original, Patriot Act with Hasan Minhaj.

Lançamentos e novidades Netflix

Toda semana a Netflix adianta quais são os seus principais lançamentos, porém há algumas exceções em que a plataforma aumenta ainda mais o seu acervo e novos títulos.

Sou formado em Sistemas de Informação com pós-graduação em Gerenciamento de Projetos em T.I. Além de atuar como programador há 8 anos, trabalho também como redator há cerca de 3 anos, o que fez despertar uma nova paixão. Tanto que, atualmente, sou graduando em Letras - Português e Inglês. Escrevo sobre tudo o que envolve o mundo do entretenimento, além de falar sobre esportes e as principais notícias do dia a dia. Pode entrar em contato comigo através do e-mail nardo_sp@hotmail.com .

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‘Operação Fronteira’ é uma tentativa frustrada de um bom filme

Lançamento de guerra da Netflix fica devendo apesar do elenco estrelado.

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Operação Fronteira‘ é um filme de guerra diferente, muito mais focado nos efeitos da guerra do que na guerra em si. No novo lançamento da Netflix, um grupo de amigos formados na guerra e reinseridos na sociedade se reúne a fim de cometer um ato criminoso contra um chefe do narcotráfico na América do Sul e com isso enriquecer e fazer justiça. Ou ao menos é isso com o que eles concordam. 

Estrelas

Recheado de estrelas como Oscar Isaac, Ben Affleck, Pedro Pascal e Charlie Hunnam, Operação Fronteira parece trazer à discussão temas como mérito, valor próprio, legado, companheirismo e honra. Ainda que movidos por objetivos comuns, no final do dia todos os homens tem seus sonhos, suas limitações e suas carências, e situações extremadas como a Guerra podem trazer tanto o melhor quanto o pior de cada um.  

A presença ou ausência de uma bússola moral é o que acaba fazendo a diferença nas escolhas individuais, e as consequências dessas escolhas se fazem sentir ao longo do filme. Como soldados de elite voltam pra casa pra terem baixos salários e vidas comuns depois de decidirem guerras e influenciarem países? Alguns se mantém acreditando na missão e no bem maior do que fazem, outros na vocação e seu valor e outros simplesmente não pensam. Mas a todos o poder contagia e sua ausência os castiga.  

Introspectivo

No fim, um filme mais introspectivo do que barulhento, Operação Fronteira acaba por tratar de diversos temas, sem se propor a resolver nenhum deles, deixando o filme com um sentimento de inacabado ao seu final, não sendo nem um espetáculo, nem tampouco um filme ruim, e certamente dividirá opiniões.

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As Viúvas promete ser um filme que acaba por decepcionar

Ambicioso e promissor, filme peca com ritmo moroso e narrativa pouco inspirada

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Promissor, esse longa de Steve McQueen se propõe a lançar um novo olhar sobre os filmes de criminosos. O que acontece com quem fica para trás? Muito se fala sobre os criminosos em sí, mas quase nada sobre as famílias, esposas e filhos, que são o foco desse filme. Quatro criminosos morrem em um assalto que dá errado, e deixam pontas soltas para trás, cabendo às suas antigas companheiras decidir o que fazer, afinal de contas nem sempre a morte é o ponto final. 

Recheado de um elenco extremamente qualificado, o filme conta com Viola Davis no papel principal, como sobrevivente à Liam Neesson, além de Michele Rodriguez, Elizabeth Debicki, Colin Farrel, e o cada vez mais versátil e surpreendente Daniel Kaluuya, Robert Duvall e Jon Bernthal. Ao encontrar esse elenco, a expectativa do expectador fica grande, afinal é uma coleção de indicações e performances de destaque, mas infelizmente o grande filme fica na promessa. 

A estrutura do filme é correta, e faz sentido como o mesmo é montado. Mas seu ritmo é lento, arrastado, com muito foco nas narrativas prévias, deixando de lado a ação, e misturando arcos narrativos familiares, criminais e políticos. É muito arco narrativo para pouco tempo de tela.

E assim, o excesso de bons atores não se reflete em boas atuações, sendo alguns deles totalmente subaproveitados, como Jon Bernthal, que aparece em uma cena. Já Michele Rodriguez parece exatamente a mesma em todo filme, sejam alienígenas, carros velozes ou criminosos.  

Não é um filme ruim, mas tampouco é um filme excelente. Algo entre ok e bom, passa o tempo, mas claramente podia ser bem melhor, não só pelo elenco mas pela premissa adotada. Pena que o enredo não ajudou e o filme acaba brilhando mais em seu trailer do que em sua projeção.

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‘Green Book: O Guia’ trata sobre racismo com sutileza e classe

Vencedor do Oscar de melhor fillme, longa vence polêmicas em ano de premios divididos.

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O racismo é um tema complicado: pesado e delicado ao mesmo tempo, e saber usar ele como mote de uma boa história não é missão para qualquer um. Coube ao experiente Peter Farrely, conhecido por suas comédias, mas hábil para tratar de temas complicados, a árdua missão.

Adaptando aos cinemas a história verídica do pianista negro Don Shirley e de seu motorista/segurança Tony Lip. A história mostra Don Shirley, que em plena década de 60, resolve se expor, levando toda sua virtuose dos pianos até o sul racista norte-americano, e para isso precisa de alguém que saiba transitar entre brancos intolerantes. A solução dele foi ter um imigrante de italiano metido com jogatina e com seus próprios preconceitos para lhe ajudar com a missão.   

Interpretado por Mahershala Ali, o pianista Don Sherley é um músico virtuoso e tudo que se espera de um homem culto e muito bem formado: fala diversos idiomas, conhece a cultura do mundo, tendo viajado por ele, e tem os melhores modos em todos os círculos sociais. O exato oposto de Tony Lip, em brilhante atuação de Viggo Mortensen, pobre, sempre envolvido em esquemas e pequenos delitos, vítima e opressor dos preconceitos sociais.

Detalhe: Tony é branco e Don Sherley é negro. Essa oposição absoluta de ambos os personagens é a base de toda a dinâmica do filme, que poderia ter dado muito certo ou muito errado. Deu muito certo.   

A viagem de ambos é guiada, ou ao menos auxiliada, por um livrinho verde, não à toa chamado de Green Book, que dá nome ao filme. Era um guia de “portos seguros” para negros transitarem pelo sul dos Estados Unidos, com indicação de hotéis, restaurantes e até estradas seguras para negros.

Pouco a pouco, as gritantes diferenças entre o negro erudito e o branco preconceituoso além de se tornarem absurdamente óbvias, passam a refletir o cenário geográfico e social enfrentado pela dupla. De pequenos atos, como não fornecer o instrumento ou as condições necessárias para a performance do músico, até os abusos mais físicos ou psicológicos.

Mas essa transição, é feita de forma sutil e delicada, até que se torne insustentável. É como a água que ferve aos poucos e acaba matando o animal dentro da panela, mas no longa é a alma que sofre. Essa é a parte dramática do filme, muito comparado à Conduzindo Miss Daisy e por outros mais atuais, como os Intocáveis (dos amigos, não dos gangsters).  

A direção é conduzida com algumas doses de comédia que ajudam a temperar o drama, criando deliciosas cenas como a cena do frango frito em Kentucky. Essa mistura foi tão bem feita que o filme foi considerado drama/comédia.

Muito bem recebido pela crítica, o filme teve uma boa dose de polêmicas durante sua trajetória, mas nada que não tenha sido relevado pela academia de cinema, uma vez que premiou o longa com o Oscar de melhor filme, em um ano que teve uma grande dispersão de prêmios. O curioso fato que é Mahershala Ali atuou no melhor filme e melhor animação, um verdadeiro pé quente.  

O filme é espetacular e muito melhor que os últimos ganhadores do mesmo prêmio, contudo parece que falta algo. As atuações principais são dignas de notas altas e um show à parte. A música e a fotografia mostram a qualidade da produção, e uma história que merecidamente precisava ser contada e consegue contextualizar com sutileza quão antiga é a questão de conflito racial para os americanos. Em um ano de muitos concorrentes com chances, a academia parece ter escolhido o filme que tocava mais fundo nos americanos e ao mesmo tempo o que trabalhava uma questão universal.

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