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Lançamentos 2019: confira as sinopses e os trailers dos 5 filmes mais aguardados do cinema

O TV Prime traz um pouco da história dos principais lançamentos de 2019 nos cinemas. Confira!

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O ano de 2018 vai chegando ao fim e trouxe grandes lançamentos na área do entretenimento nos cinemas. Os fãs dos mais variados filmes já criam grandes expectativas para as telonas no novo ano e o TV Prime traz uma lista com alguns dos principais lançamentos previstos para 2019. Confira!

Fênix Negra

Mais um filme baseado nos quadrinhos da Marvel, “Fênix Negra” dará início a uma nova trilogia de filmes de heróis. Escrita e dirigida por Simon Kinberg, a trama terá Jean Grey como principal vilã após ser atingida por uma força cósmica no espaço e ganhar poderes aos quais não consegue conter. Jean fica instável e se torna uma ameaça para todos na Terra, tendo que ser contida pelos X-Men.

Vingadores: Ultimato

Outro filme que levou milhões de pessoas aos cinemas de todo o planeta, Vingadores também terá sua sequência lançada em 2019. Dirigido por Anthony e Joe Russo e escrito por Christopher Markus e Stephen McFelly, o filme trará a sequência da trama de “Vingadores: Guerra Infinita” e deverá mostrar os sacrifícios dos principais heróis da Terra para tentar trazer de volta a população que havia sido dizimada por Thanos.

Homem-Aranha: Longe de casa

Escrito por Chris McKenna e Erik Sommers e dirigido por Jon Watts, o filme será uma sequência da trama “Homem-Aranha: De Volta Ao Lar” e terá novamente Peter Parker, interpretado por Tom Holland, enfrentando inimigos que causam desastres naturais e destruição por todo o continente.

It – A Coisa: Parte 2

Dirigido por Andy Muschietti, o filme irá dar sequência aos acontecimentos da primeira trama e vai mostrar aos fãs um reencontro dos integrantes do “Losers Club” – o clube dos perdedores. O reencontro, no entanto, se torna uma nova batalha sangrenta pela sobrevivência contra Pennywise (Bill Skarsgard), o palhaço.

O Rei Leão

Um dos maiores clássicos da Disney, “O Rei Leão”  fez parte da infância de milhões de pessoas e emocionou os fãs até mesmo em seu trailer de retorno. Escrito por Jeff Nathanson, o filme contará com as melhores tecnologias da atualidade para tornar sua história real e será a principal aposta da Walt Disney Pictures para 2019.

Vale lembrar que os trailers de “Homem-Aranha: Longe de Casa” e “It – A Coisa: Parte 2” ainda não foram oficialmente divulgados pelas produtoras.  Confira abaixo a data de estreia dos filmes!

Fênix Negra: 06/06/2019.

Vingadores – Ultimato: 25/04/2019.

Homem Aranha – Longe de Casa: 04/07/2019.

It – A Coisa Parte 2: 5/09/2019.

O Rei Leão: 18/07/2019.

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‘Operação Fronteira’ é uma tentativa frustrada de um bom filme

Lançamento de guerra da Netflix fica devendo apesar do elenco estrelado.

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Operação Fronteira‘ é um filme de guerra diferente, muito mais focado nos efeitos da guerra do que na guerra em si. No novo lançamento da Netflix, um grupo de amigos formados na guerra e reinseridos na sociedade se reúne a fim de cometer um ato criminoso contra um chefe do narcotráfico na América do Sul e com isso enriquecer e fazer justiça. Ou ao menos é isso com o que eles concordam. 

Estrelas

Recheado de estrelas como Oscar Isaac, Ben Affleck, Pedro Pascal e Charlie Hunnam, Operação Fronteira parece trazer à discussão temas como mérito, valor próprio, legado, companheirismo e honra. Ainda que movidos por objetivos comuns, no final do dia todos os homens tem seus sonhos, suas limitações e suas carências, e situações extremadas como a Guerra podem trazer tanto o melhor quanto o pior de cada um.  

A presença ou ausência de uma bússola moral é o que acaba fazendo a diferença nas escolhas individuais, e as consequências dessas escolhas se fazem sentir ao longo do filme. Como soldados de elite voltam pra casa pra terem baixos salários e vidas comuns depois de decidirem guerras e influenciarem países? Alguns se mantém acreditando na missão e no bem maior do que fazem, outros na vocação e seu valor e outros simplesmente não pensam. Mas a todos o poder contagia e sua ausência os castiga.  

Introspectivo

No fim, um filme mais introspectivo do que barulhento, Operação Fronteira acaba por tratar de diversos temas, sem se propor a resolver nenhum deles, deixando o filme com um sentimento de inacabado ao seu final, não sendo nem um espetáculo, nem tampouco um filme ruim, e certamente dividirá opiniões.

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As Viúvas promete ser um filme que acaba por decepcionar

Ambicioso e promissor, filme peca com ritmo moroso e narrativa pouco inspirada

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Promissor, esse longa de Steve McQueen se propõe a lançar um novo olhar sobre os filmes de criminosos. O que acontece com quem fica para trás? Muito se fala sobre os criminosos em sí, mas quase nada sobre as famílias, esposas e filhos, que são o foco desse filme. Quatro criminosos morrem em um assalto que dá errado, e deixam pontas soltas para trás, cabendo às suas antigas companheiras decidir o que fazer, afinal de contas nem sempre a morte é o ponto final. 

Recheado de um elenco extremamente qualificado, o filme conta com Viola Davis no papel principal, como sobrevivente à Liam Neesson, além de Michele Rodriguez, Elizabeth Debicki, Colin Farrel, e o cada vez mais versátil e surpreendente Daniel Kaluuya, Robert Duvall e Jon Bernthal. Ao encontrar esse elenco, a expectativa do expectador fica grande, afinal é uma coleção de indicações e performances de destaque, mas infelizmente o grande filme fica na promessa. 

A estrutura do filme é correta, e faz sentido como o mesmo é montado. Mas seu ritmo é lento, arrastado, com muito foco nas narrativas prévias, deixando de lado a ação, e misturando arcos narrativos familiares, criminais e políticos. É muito arco narrativo para pouco tempo de tela.

E assim, o excesso de bons atores não se reflete em boas atuações, sendo alguns deles totalmente subaproveitados, como Jon Bernthal, que aparece em uma cena. Já Michele Rodriguez parece exatamente a mesma em todo filme, sejam alienígenas, carros velozes ou criminosos.  

Não é um filme ruim, mas tampouco é um filme excelente. Algo entre ok e bom, passa o tempo, mas claramente podia ser bem melhor, não só pelo elenco mas pela premissa adotada. Pena que o enredo não ajudou e o filme acaba brilhando mais em seu trailer do que em sua projeção.

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‘Green Book: O Guia’ trata sobre racismo com sutileza e classe

Vencedor do Oscar de melhor fillme, longa vence polêmicas em ano de premios divididos.

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O racismo é um tema complicado: pesado e delicado ao mesmo tempo, e saber usar ele como mote de uma boa história não é missão para qualquer um. Coube ao experiente Peter Farrely, conhecido por suas comédias, mas hábil para tratar de temas complicados, a árdua missão.

Adaptando aos cinemas a história verídica do pianista negro Don Shirley e de seu motorista/segurança Tony Lip. A história mostra Don Shirley, que em plena década de 60, resolve se expor, levando toda sua virtuose dos pianos até o sul racista norte-americano, e para isso precisa de alguém que saiba transitar entre brancos intolerantes. A solução dele foi ter um imigrante de italiano metido com jogatina e com seus próprios preconceitos para lhe ajudar com a missão.   

Interpretado por Mahershala Ali, o pianista Don Sherley é um músico virtuoso e tudo que se espera de um homem culto e muito bem formado: fala diversos idiomas, conhece a cultura do mundo, tendo viajado por ele, e tem os melhores modos em todos os círculos sociais. O exato oposto de Tony Lip, em brilhante atuação de Viggo Mortensen, pobre, sempre envolvido em esquemas e pequenos delitos, vítima e opressor dos preconceitos sociais.

Detalhe: Tony é branco e Don Sherley é negro. Essa oposição absoluta de ambos os personagens é a base de toda a dinâmica do filme, que poderia ter dado muito certo ou muito errado. Deu muito certo.   

A viagem de ambos é guiada, ou ao menos auxiliada, por um livrinho verde, não à toa chamado de Green Book, que dá nome ao filme. Era um guia de “portos seguros” para negros transitarem pelo sul dos Estados Unidos, com indicação de hotéis, restaurantes e até estradas seguras para negros.

Pouco a pouco, as gritantes diferenças entre o negro erudito e o branco preconceituoso além de se tornarem absurdamente óbvias, passam a refletir o cenário geográfico e social enfrentado pela dupla. De pequenos atos, como não fornecer o instrumento ou as condições necessárias para a performance do músico, até os abusos mais físicos ou psicológicos.

Mas essa transição, é feita de forma sutil e delicada, até que se torne insustentável. É como a água que ferve aos poucos e acaba matando o animal dentro da panela, mas no longa é a alma que sofre. Essa é a parte dramática do filme, muito comparado à Conduzindo Miss Daisy e por outros mais atuais, como os Intocáveis (dos amigos, não dos gangsters).  

A direção é conduzida com algumas doses de comédia que ajudam a temperar o drama, criando deliciosas cenas como a cena do frango frito em Kentucky. Essa mistura foi tão bem feita que o filme foi considerado drama/comédia.

Muito bem recebido pela crítica, o filme teve uma boa dose de polêmicas durante sua trajetória, mas nada que não tenha sido relevado pela academia de cinema, uma vez que premiou o longa com o Oscar de melhor filme, em um ano que teve uma grande dispersão de prêmios. O curioso fato que é Mahershala Ali atuou no melhor filme e melhor animação, um verdadeiro pé quente.  

O filme é espetacular e muito melhor que os últimos ganhadores do mesmo prêmio, contudo parece que falta algo. As atuações principais são dignas de notas altas e um show à parte. A música e a fotografia mostram a qualidade da produção, e uma história que merecidamente precisava ser contada e consegue contextualizar com sutileza quão antiga é a questão de conflito racial para os americanos. Em um ano de muitos concorrentes com chances, a academia parece ter escolhido o filme que tocava mais fundo nos americanos e ao mesmo tempo o que trabalhava uma questão universal.

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