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Netflix: confira todos os lançamentos e novidades desta semana (07 a 13/01)

Netflix preparou diversas novidades e lançamentos para a semana de 07 a 13/01.

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Mais uma semana se inicia, e a Netflix, como de costume, já divulgou a sua lista de lançamentos e novidades, com diversos filmes, séries e documentários. A maior plataforma de streaming do mundo vai inserir 14 novos títulos em seu catálogo nesta semana, que vai de 07 a 13/01.

Uma das novidades é a série Jornada de Heróis, que conta a história de quatro veteranos militares israelenses, que se unem novamente para buscar uma pessoa que está perdida na Colômbia. Outra novidade é Back whith the Ex., que mostra quatro pessoas solteiras com uma nova chance de se reconciliar com seus ex.

O outro lançamento é Sex Educatinon, trama que mostra o inseguro Otis, com uma visão para negócios de aconselhamento ‘íntimo’, uma vez que sua mãe é sexóloga e ele abre uma clínica de terapia em sua escola. Sin senos si hay paraíso é outro destaque que merece ser mencionado dentre os novos títulos.

Lançamentos e novidades Netflix (07 a 13/01)

No primeiro dia da semana (07) entra no acervo o filme Gatos na Passarela. Dia 8 é a vez do segundo volume de Bob Zoom. Já no dia 9 não há nenhuma novidade prevista. Porém, no dia 10, quatro novos títulos entram para compensar: Ip Man: A Batalha Final, a série original Jornada de Heróis, The Big Call e Vírus Letal.

Dia 11 de janeiro tem bastante novidade também: Back with the Ex, a segunda temporada de Amigos da Faculdade: Friends from College, as séries originais Sex Education e Titãs, The White Storm, a terceira temporada de Sin senos si hay paraíso e o filme original The Last Laugh. No dia 12 não há nenhum título previsto e, para finalizar a semana, no dia 13 chega ao acervo Sucesso em Mumbai.

Novidades e lançamentos Netflix

A maior plataforma de streaming do mundo promove o lançamento frequente de novos títulos, com a finalidade de agradar seus milhões de assinantes. Para tanto, está investindo pesado na produção de títulos originais, sejam eles filmes, séries ou documentários.

Sou formado em Sistemas de Informação com pós-graduação em Gerenciamento de Projetos em T.I. Além de atuar como programador há 8 anos, trabalho também como redator há cerca de 3 anos, o que fez despertar uma nova paixão. Tanto que, atualmente, sou graduando em Letras - Português e Inglês. Escrevo sobre tudo o que envolve o mundo do entretenimento, além de falar sobre esportes e as principais notícias do dia a dia. Pode entrar em contato comigo através do e-mail nardo_sp@hotmail.com .

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OA é um seriado que lembra Stranger Things para adultos

Elementos sobrenaturais forçam reflexões filosóficas e individuais do seriado.

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A primeira impressão sobre a curiosa série da Netflix, OA, coincide com a última: é um Stranger Things para adultos. Aos poucos, a curiosidade vai vencendo a estranheza e o que afastava no início se torna o que atrai em pouco tempo. 

Tal qual uma Sherazade e suas Mil e Uma Noites moderna, OA conduz o espectador, noite após noite, em uma trama de histórias aparentemente desconexas em que é fácil se perder nos fios entremeados, aumentando o desejo saber mais e mais sobre as tramas.

Um drama adulto, intrigante e original que desafia as crenças no humano e na busca de cada um. Seus elementos sobrenaturais acabam forçando algumas reflexões filosóficas, o que faz com que cada indivíduo atribua um significado diferente para os elementos dispostos no seriado. Dificilmente duas pessoas verão OA da mesma forma. 

Um dos maiores pontos de atração da série é como a dança ganha uma conotação não artística, mas sim algo maior, uma chave que abre portas, caminhos e revela segredos. É algo similar aos que se encontra na obra de Tolkien, Silmarilion, na qual a música desempenha o mesmo papel. E tudo aparentemente no contexto suburbano, envolvido na vida escolar de alguns jovens, lembrando as tragédias que geralmente cercam a vida de high school, tanto na ficção quanto na realidade. 

Sem dúvida, mais uma prova que a Netflix, mais que uma grande locadora online, mostra-se como a maior produtora de conteúdos originais do momento. E impossível não ter uma grande expectativa, ou ao menos curiosidade sobre as próximas temporadas.

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‘Operação Fronteira’ é uma tentativa frustrada de um bom filme

Lançamento de guerra da Netflix fica devendo apesar do elenco estrelado.

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Operação Fronteira‘ é um filme de guerra diferente, muito mais focado nos efeitos da guerra do que na guerra em si. No novo lançamento da Netflix, um grupo de amigos formados na guerra e reinseridos na sociedade se reúne a fim de cometer um ato criminoso contra um chefe do narcotráfico na América do Sul e com isso enriquecer e fazer justiça. Ou ao menos é isso com o que eles concordam. 

Estrelas

Recheado de estrelas como Oscar Isaac, Ben Affleck, Pedro Pascal e Charlie Hunnam, Operação Fronteira parece trazer à discussão temas como mérito, valor próprio, legado, companheirismo e honra. Ainda que movidos por objetivos comuns, no final do dia todos os homens tem seus sonhos, suas limitações e suas carências, e situações extremadas como a Guerra podem trazer tanto o melhor quanto o pior de cada um.  

A presença ou ausência de uma bússola moral é o que acaba fazendo a diferença nas escolhas individuais, e as consequências dessas escolhas se fazem sentir ao longo do filme. Como soldados de elite voltam pra casa pra terem baixos salários e vidas comuns depois de decidirem guerras e influenciarem países? Alguns se mantém acreditando na missão e no bem maior do que fazem, outros na vocação e seu valor e outros simplesmente não pensam. Mas a todos o poder contagia e sua ausência os castiga.  

Introspectivo

No fim, um filme mais introspectivo do que barulhento, Operação Fronteira acaba por tratar de diversos temas, sem se propor a resolver nenhum deles, deixando o filme com um sentimento de inacabado ao seu final, não sendo nem um espetáculo, nem tampouco um filme ruim, e certamente dividirá opiniões.

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As Viúvas promete ser um filme que acaba por decepcionar

Ambicioso e promissor, filme peca com ritmo moroso e narrativa pouco inspirada

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Promissor, esse longa de Steve McQueen se propõe a lançar um novo olhar sobre os filmes de criminosos. O que acontece com quem fica para trás? Muito se fala sobre os criminosos em sí, mas quase nada sobre as famílias, esposas e filhos, que são o foco desse filme. Quatro criminosos morrem em um assalto que dá errado, e deixam pontas soltas para trás, cabendo às suas antigas companheiras decidir o que fazer, afinal de contas nem sempre a morte é o ponto final. 

Recheado de um elenco extremamente qualificado, o filme conta com Viola Davis no papel principal, como sobrevivente à Liam Neesson, além de Michele Rodriguez, Elizabeth Debicki, Colin Farrel, e o cada vez mais versátil e surpreendente Daniel Kaluuya, Robert Duvall e Jon Bernthal. Ao encontrar esse elenco, a expectativa do expectador fica grande, afinal é uma coleção de indicações e performances de destaque, mas infelizmente o grande filme fica na promessa. 

A estrutura do filme é correta, e faz sentido como o mesmo é montado. Mas seu ritmo é lento, arrastado, com muito foco nas narrativas prévias, deixando de lado a ação, e misturando arcos narrativos familiares, criminais e políticos. É muito arco narrativo para pouco tempo de tela.

E assim, o excesso de bons atores não se reflete em boas atuações, sendo alguns deles totalmente subaproveitados, como Jon Bernthal, que aparece em uma cena. Já Michele Rodriguez parece exatamente a mesma em todo filme, sejam alienígenas, carros velozes ou criminosos.  

Não é um filme ruim, mas tampouco é um filme excelente. Algo entre ok e bom, passa o tempo, mas claramente podia ser bem melhor, não só pelo elenco mas pela premissa adotada. Pena que o enredo não ajudou e o filme acaba brilhando mais em seu trailer do que em sua projeção.

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