in

Polícia investiga morte do ator Flávio Migliaccio e hipótese maior é suicídio

R7
Publicidade

Polícia faz perícia em local onde corpo do ator Flávio Migliaccio foi encontrado. A polícia do Rio de Janeiro investiga a morte do ator Flávio Migliaccio, famoso por seriados como ‘Tapas e Beijos’ e a novela ‘Órfãos da Terra’. O corpo de Flávio Migliaccio foi encontrado pelo caseiro, no sítio onde o artista mora, na cidade de Rio Bonito, no Rio de Janeiro. Flávio Migliaccio tinha 85 anos de idade e mantinha o sítio na região desde a década de 1970. 

Morte de Flávio Migliaccio é tratada como provável suicídio pela polícia

Flávio Migliaccio tinha ido para o sítio na última semana e avisou uma afilhada sobre sua viagem, que aconteceu em meio à pandemia do coronavírus. O corpo dele foi encontrado nesta segunda-feira, 4 de maio, e o caso virou boletim de ocorrência na delegacia de Rio Bonito.

Apesar da polícia fazer uma perícia onde o corpo de Flávio Migliaccio foi encontrado, a morte do artista é tratada como possível suicídio. Isso porque ao lado do corpo do famoso estava uma carta para a família. O conteúdo da publicação, no entanto, ainda não foi revelado pela mídia. 

Publicidade
Publicidade

Na televisão, a morte de Flávio Migliaccio virou assunto no Encontro com Fátima Bernardes. A apresentadora lamentou a perda do ator, que já havia estado no programa. 

Previna-se contra o suicídio

No Brasil, uma das instituições que faz um trabalho exemplar contra o suicídio é o Centro de Valorização da Vida, o CVV. A entidade oferece atendimento gratuito pela internet e também por telefone. Esse acompanhamento é todo feito através da ajuda de voluntários. 

Publicidade

Inscreva-se em nosso canal no YouTube e fique por dentro de tudo o que acontece. CLIQUE AQUI

Publicidade
Avatar

Escrito por Fernando B

As melhores notícias você encontra por aqui. Conheça essas e outras histórias.

Next post

Resumo Chocolate com Pimenta (Viva) 05/05: Ana descobre esperar filho de Danilo

Amiga de Flayslane, ex-BBB20, dispara contra Neymar: ‘tem que nascer de novo’