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Marina Ruy Barbosa é criticada na web por suposta falta de inclusão: ‘Nada na realidade do brasileiro’

Brasil News
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Marina Ruy Barbosa lançou, neste domingo (26), sua própria marca de roupas sustentável, chamada Ginger (ruivo, em inglês). Denominada Prefácio, a primeira coleção já está disponível na loja online e, a princípio, 100% do lucro será destinado à ONG Gerando Falcões, que atua em comunidades carentes do Brasil.

Para atiçar a curiosidade do público, a atriz realizou diversas ações nos últimos dias, como fazer compras na feira com um look todo laranja. O marketing, é claro, funcionou além do esperado: a bermuda curta utilizada pela artista na ocasião esgotou em questão de minutos.

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ALERTA TEXTÃO: Eu venho mergulhando em mim mesma já faz um tempo. Tentando me questionar sobre milhões de coisas. Quem eu sou? Quais caminhos devo seguir? Como cuidar de mim mesma dando espaço pra felicidade genuína? Qual o meu papel nesse mundão? E no meio dessa minha viagem de autoconhecimento, comecei a desenvolver um sonho antigo. A partir de hoje VOCÊS começam a fazer parte disso. Eu amo incondicionalmente ser atriz (e já tô cheia de saudades de atuar) e isso não vai mudar. Mas paralelamente preciso dar espaço a outras mulheres que habitam dentro de mim. Eu sou apaixonada por moda, sempre fui. Acredito que através da moda a gente se expressa e é capaz de processos únicos – além de ser uma das áreas que mais gera empregos no mundo. Acredito que a moda e uma marca precisam e devem ser muito além de uma peça de roupa. Até um produto chegar ao consumidor final, centenas de pessoas fazem parte daquele processo, com amor, dedicação e talento. Acredito em uma moda com olhar para o futuro, com mais atenção ao meio ambiente e preocupada com o impacto. Ter uma marca que tivesse o meu DNA, em que eu participasse de TODOS os detalhes – desde a criação de marca e tudo o que envolve um projeto novo, até a escolha de tecidos junto com a equipe (entendendo todos os impactos que cada um causam ao nosso planeta!) -, fazer uma moda fashion, com modelagens e acabamentos que eu acredito. Enfim, tem sido um processo longo. E tenho aprendido muito sobre um universo que nunca vivi tão intensamente. Graças a uma equipe que foi se formando durante esse caminho, @vanessavanessavanessa (minha partner completamente genial) e @lebenites (transformando nossos sonhos em realidade em forma de roupa!), hoje posso apresentar a vocês: @SHOPGINGER 👩🏻‍🦰 Moda + sustentabilidade + arte! 🧡 Começamos essa história com a coleção “PREFÁCIO”, com 100% do lucro revertido pra ONG @gerandofalcoes que faz um trabalho essencial nas favelas no Brasilzão. É só o começo, não estamos nascendo sabendo tudo, mas estamos cheios das melhores intenções 😉

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Apesar do esforço de Marina em criar uma marca consciente, preocupada com causas sociais, muitos internautas criticaram a influenciadora por suposta falta de inclusão pelas medidas e, principalmente, pelo valor dos produtos. A blusa usada pela jovem na feira, produzida com tecido 100%, custa R$ 527,00. A roupa mais barata, por exemplo, é um short de cintura alta, de R$ 367,00.

A Marina Ruy Barbosa lança uma marca com propósito ok, mas uma calça de algodão por 400 reais, em que o EG a cintura é 110cm… é… não. Bonito o modelo, mas pra mim que sou Plus Size e pobre, não“, escreveu uma usuária do Twitter.

Marina Ruy Barbosa recebe críticas no Instagram após lançamento de coleção

Nos comentários da loja Ginger no Instagram, muitos fãs demonstraram descontentamento com os valores das roupas. “Achei bacana ser sustentável, mas nada na realidade do povo brasileiro“, comentou uma internauta.

Uma usuária do Instagram ainda relatou que tentou comprar a sacola, que custa R$ 35,00, mas desistiu porque o frete era quase o mesmo preço da mercadoria. “Poxa, fui comprar a bolsa (a única com preço acessível) e o frete é quase o mesmo preço da bolsa. Assim não dá“, reclamou.

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