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FriendsDay: Monica e Joey o casal principal, esta e outras 12 curiosidades sobre Friends

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Friends está comemorando 24 anos de sua estreia na NBC, neste sábado (22).  Em 1994. o público conhecia o primeiro episódio da sitcom que viraria um fenômeno por 10 anos. Após esse tempo, a série ainda é aclamada pelos fãs, que saudosistas comemoram o dia nas redes sociais. 

No Twitter, a hashtag #FriendsDay é um dos assuntos mais comentados do momento. Até hoje, os fãs podem assistir os episódios no canal a cabo Warner Channel e também na plataforma de streaming Netflix.

A história dos seis amigos, Rachel (Jennifer Aniston), Ross (David Schwimmer), Monica (Courteney Cox), Chandler (Matthew Perry), Joey (Matt LeBlanc) e Phoebe (Lisa Kudrow) contava com momentos de muito humor, romance e drama. Para comemorar o dia de Friends, que tal conferir algumas curiosidades sobre a série?

13 curiosidades sobre Friends

1- Com 236 episódios, a série originalmente não se chamaria Friends e sim Insomnia Cafe, antes ainda do nome final, a série passou a ser chamada de Six of One.

2- A maioria dos episódios se passava nos apartamento de Monica e Rachel, no dos vizinho Joey e Chandler e também na famosa cafeteria Center Perk. Cada Gravação de um único episódio durava, em média, cinco horas.

3- O salário inicial de cada ator por episódio era cerca de 22 mil dólares. Contudo, na temporada final, os atores já recebiam mais de um milhão cada.

4- O autor da série James Burrows levou os seis atores em uma viagem a Las Vegas antes de iniciarem os trabalhos na série.

5- O primeiro ator a ser escolhido para o respectivo papel foi Schwimmer, o seu par romântico, Rachel, foi a última a receber o convite. 

6- Inicialmente, a convidada para interpretar Phoebe foi a apresentadora Ellen Degeneres.

7- O casal Rachel e Ross nunca foi o principal foco da série como par romântico. Com o passar dos episódios, a química entre os atores forçou os mais relutantes a aceitarem o casal.

Monica e Joey juntos?

8- No início, o casal principal seria Joey e Monica.

9- A característica de Chandler em ter uma certa dificuldade ao se relacionar com as mulheres também é presente no ator Matthew Perry, que confessou aos diretores que tem essa mesma dificuldade.

10- A falta de talento na música de Phoebe não é algo proposital, isso porque a atriz não gostava nada de tocar violão. Após algumas aulas frustadas, ela decidiu parar de aprender e deixar que a personagem seja desprovida do dom da música.

11- Os atores faziam uma reunião motivacional antes de iniciar cada gravação de episódio. Eles se abraçavam e faziam declarações.

12- Quase todos os personagens trocaram beijos entre si, com a exceção apenas de Phoebe e Monica.

13- Couteney passou por um momento triste, ela havia acabado de sofrer um aborto quando teve que gravar o nascimento da sobrinha Emma, filha de Ross e Rachel.

Formada em pedagogia em 2011, comecei a atuar como redatora há 4 anos. Hoje, como gestora empresarial de uma multiplataforma de jornalismo independente, produzo conteúdo sobre o que sou fã. Séries, músicas e tudo que envolve o mundo pop estão entre os assuntos recorrentes. Além de gerir uma plataforma, minha atividade principal é escrever utilizando as técnicas de SEO.

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Animais Fantásticos e Onde habitam 2: os Crimes de Grindewald

Continuação traz diversos elementos em um inegável fã service com a missão de manter o mundo bruxo no hype do bruxinho mais amado de todos.

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Allomorra! E chegou ao fim a espera. Animais Fantásticos e Onde habitam 2: os Crimes de Grindewald chega aos cinemas com a difícil missão de ser a ligação do mundo da magia americano com Hogwarts e os bruxos britânicos. Protagonizados pelo excêntrico Newt Scamander, agora declaradamente a serviço de Alvo Dumbledore, a trama passa por uma romântica Paris em perseguição ao bruxo das trevas Grindewald, antecessor de Voldemort, agora assumido na feição de Jhonny Depp, se caracterizando como o arqui-inimigo do então jovem professor de magia contra as artes das trevas, Dumbledore, espetacular na interpretação de Jude Law.

Todo o time do primeiro longa está de volta, agora bem reforçado de outros atores de ponta. Com maior espaço para Depp, longe de seu Capitão Sparrow mas ainda assim estranho e espetacular, e com Jude Law que conseguiu mimetizar os trejeitos de um Dumbledore mais sênior, mas ainda assim exercendo sua autoridade e liderança natural. 

Além disso, o filme apresenta uma bela viagem pela Paris, vivendo os resquícios de sua Belle Époque, em uma Europa ainda ressentida pelo final da primeira Grande Guerra. Uma Paris mágica que esconde em cada estátua e cada monumento um portal mágico, extrapolando a fascinação que qualquer turista consegue sentir no ar ao visitar a capital do mundo. Produção linda que faz jus ao nome do filme, com animais verdadeiramente fantásticos, com destaque para o Dragão Chinês. Tinha tudo para ser um grande filme.

Infelizmente falta algo. Não se sabe se é por causa da autora/roteirista J.K. Rowling que não dá conta de segurar grandes momentos ou se é a falha na direção do competente David Yattes, mas Animais 2 traz arcos narrativos confusos. Um exemplo é Queenie e Jakob, até então um casal adorável, ou uma manipulação barata de Grindewald, com a principal ameaça sendo um personagem de motivação vaga e ininteligível. O amor entre Dumbledore e Grindewald, até então declarado fora dos livros e filmes, começa a ganhar corpo, mas ainda de forma insipiente e não convincente.

E o pior de tudo, o desfecho do filme parece corrido de forma desnecessária, buscando de qualquer maneira apresentar uma esdrúxula teoria que justifique os dois filmes. Rowling nunca foi bom em construir ou manter tensões de grandes autores ou conduzir grandes batalhas, como se vê nos momentos decisivos de Harry Potter e aqui uma vez mais fica provado suas limitações que a colocam no hall de best sellers, mas não dos escritores imortais. 

Ao final, a percepção que se tem é que Animais Fantásticos tentou tomar uma poção polissuco para tentar emular Harry Potter, e o que poderia ser bom e bem construído no longa parece ter saído cru, tirado do forno antes da hora, deixando um amargo na boca de quem vê. Que o inegável terceiro ato seja colocado nas mãos de um roteirista mais competente, ou menos nas mãos de um diretor com um pouco mais de… Magia. Obliviate! 

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Netflix: veja os lançamentos e novidades para a semana de 19 a 25/11

Netflix prepara diversas novidades e lançamentos para esta semana de 19 a 25/11.

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Mais uma vez a Netflix preparou diversos lançamentos e novidades para os seus milhões de assinantes para a semana que se inicia e vai de 19 a 25 de novembro. Nada menos do que 18 novos títulos entram no catálogo da maior plataforma por streaming do mundo.

Entre filmes, séries, documentários, está o lançamento da terceira temporada de The Last Kingdom que tem como plano de fundo o mundo nórdico e os guerreiros vikings. A também a terceira temporada de Greenlaf entra em cartaz e traz novidades na trama de uma família que administra uma grande igreja.

Big Dreams, Small Spaces também está na lista com a atualização da segunda e terceira temporada. Nessa produção Monty Don auxilia pessoas a plantar e cuidar de belos jardins. Para finalizar o destaque está a terceira temporada de Frontier, estrelada por Jason Momoa.

Veja as novidades e lançamentos Netflix (19 a 25/11)

Na segunda-feira (19) entram no catálogo Donald Glover: Weirdo e a terceira temporada da série original The Last Kingdom. No dia 20 só produção original, exceto por Target – Mira Mortal, as demais são as séries Kulipari: No Mundo dos Sonhos, The Final Table – Que vença o melhor, o filme Boneca Maldita, o infantil Motow Magic e o stand-up Trevor Noah: Filho de Patrícia.

No dia 21 de novembro é lançado o filme Tribu Urbana Dance. No dia 22 só produção original: Crônicas de Natal e a terceira temporada de Greenlaf. No dia 23 a segunda e a terceira temporada de Big Dreams, Samll Spaces, Dá Licença, Saúde, a terceira temporada de Frontier e Fugitiva. Já dia 24 é a vez de Em breve: Dezembro e para finalizar, no dia 25 é a vez de Desvendando Serial Killers com Piers Morgan.

Atualizações Netflix

Para manter o seu catálogo com os mais variados títulos, a Netflix atualiza diariamente o seu já vasto acervo e para complementar ainda mais a variedade ela tem produzido conteúdo original.

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Sabrina e seu mundo sombrio tem estreia morna

Remake de seriado de magia falha em encontrar própria identidade e só serve para passar tempo.

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As séries de terror vem ganhando cada vez mais adeptos e repercussão no mundo dos seriados televisivos. Muito se deve ao sucesso de Supernatural, que mostra uma resiliência incomum e sobrevive até mesmo ao fechamento de importantes arcos narrativos, arregimentando um número cada vez maior de fãs. Algumas séries nasceram e morreram à sombra de Supernatural, como foi o caso do excelente Grim e do arrepiante Penny Dreadfull, sem falar do multifacetado e ainda relevante American Horror History. Pois bem, hora da Netflix tentar a sorte com O Mundo Sombrio de Sabrina.  

O Mundo Sombrio de Sabrina é uma série ambientada no mesmo universo de Archie e seus colegas de Riverdale, e é um remake de Sabrina, a Bruxa Adolescente, que passou no final da década de 90 e tinha como principal personagem, além daquela que nomeia a série, o gato Salem, um falante e sarcástico personagem em animatron. A série original seguia a estrutura de sitcom, e seu humor de claque foi substituído por pretensões nefastas e arrepiantes. Sai o humor, entra o terror.  

Na nova versão, o gato Salem é mudo, e a bruxinha tem que decidir ao soprar a velinha dos seus 16 anos se deixará o mundo humano para trás e abraçará seu lado bruxo, passando a frequentar Hogwar….., quer dizer, a Academia de Artes Ocultas. É uma mistura de 16 luas com Harry Potter. Assim, a série carece de originalidade em seu DNA, sendo as próprias atuações meio burlescas e exageradas, descaracterizando o terror sem atingir o humor. É uma série meio Kitsch, uma daquelas palavras que só aparecem de vez em quando, e por boa razão. A série não sabe muito bem o que é. 

Superado o plágio incidental, existem dois ou três personagens interessantes, e o arco final da primeira temporada consegue até prender a atenção, sendo claro que a série parece estar voltada muito mais ao público alvo de Diários de Vampiro e Originais do que realmente a um público mais crítico, sendo que a Netflix conseguiu até ser processada por uma igreja satanista nos Estados Unidos por se valerem de uma cópia de estátua de Baphomet dos templos satânicos.

É por essas e outras que obras inspiradas em rituais ocultos sempre mudam os dizeres e detalhes mais realistas, sendo certo que até por essas curiosidades, a série consegue ser um passatempo razoável, nada além.  

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