Connect with us

FILMES E SÉRIES

Viúva Negra: vaza documento que entregou sinopse do filme

Publicado

em

A agente Romanoff finalmente terá um filme dedicado apenas a ela.  Viúva Negra mostrará a história de Natasha antes da beldade entrar na equipe dos Vingadores, que foi o primeiro filme da saga que alavancou o sucesso da agente. Resgatando suas origens de quando a morena lutava contra a KGB.

Na trama dos Vingadores, sabemos que Natasha é extremamente hábil, linda e uma das espiãs mais letais do mundo, não à toa integrando a equipe de super-heróis. A ideia de Viúva Negra, confirmado através da sinopse vazada, é justamente mostrar como a heroína foi forjada até chegar ao ponto de integrar o grupo de Vingadores. O início da agente Romanoff.

O documento supostamente vazado dos arquivos da Marvel sugere qual será a sinopse oficial do filme            

A tradução da sinopse acima é a seguinte: “Ao nascer, a Viúva Negra (Natasha Romanoff) é entregue à KGB, que a treina para ser a sua melhor agente. Quando a União Soviética cai, o governo a persegue conforme a ação se muda para Nova Iorque, onde ela trabalha como mercenária. O filme solo trará Romanoff vivendo nos Estados Unidos 15 anos após a queda da União Soviética“.

Ao que parece a vida de uma espiã não é nada fácil, além de ter que lutar pelo cumprimento das missões, a agente Natasha terá que prioritariamente prezar pela sua sobrevivência.  O roteiro está previsto para ser dirigido pela australiana Cate Shortland quejá é acostumada a comandar a direção de tramas envolvendo dramas com o fundo político como sendo o cenário de fundo, por enquanto tudo é apenas especulação.

Trabalho com editoriais para plataformas de notícias há mais de 6 anos, sou formado em engenharia industrial e gosto de escrever matérias sobre futebol, televisão, política, entre outras. Quer falar comigo? jesus.brunoaraujo@gmail.com

FILMES E SÉRIES

Castlevania desembarca na Netflix na forma de mangá e faz alegria dos gamers

Famoso jogo de videogame faz a transição de plataforma, querendo ampliar público em sua primeira temporada.

Publicado

em

Por

A crise de bons roteiros em hollywood acabou bebendo da fonte mais improvável, que são os games. Verdade que há tempos os jogos tem ficado mais e mais elaborados e com isso aumentado a sanha dos estúdios, adaptando suas histórias para mídias diferentes. 

Nesse contexto, até que demorou para que um dos grandes sucessos do realismo fantástico medieval ganhasse sua vida fora dos games. Castlevania, mistura de castelo e transilvânia é uma história focada na luta de uma família, os Belmont contra o Drácula e seus asseclas. 

A série Castlevania é uma das mais famosas séries da Konami, e possui títulos que já foram lançados para diversas plataformas, incluindo Nintendo Entertainment System, Super Nintendo Entertainment System, Nintendo 64, Game Boy, Game Boy Advance, Nintendo DS, Nintendo 3DS, Wii, Sega Mega Drive, Sega Saturn, PlayStation, PlayStation 2, Playstation 3, PlayStation Portable, Xbox, XBox 360, PC Engine, Commodore 64, Sharp X68000, Commodore Amiga, PC MS-DOS e Microsoft Windows. Outros jogos também já foram lançados para celulares e PCs de bolso.  

Agora, a Netflix trouxe para sua plataforma stream o jogo, contado de maneira linear em 4 episódios, já renovados para mais 8 em 2018. 

A série é sombria, bem desenhada, com muito palavrão, sangue e uma pegada meio Game of Thrones, já assumida pelos executivos da Netflix. A obra de Bram Stoker é a fonte primordial que serve de base para toda a mitologia da série, que até já tentou fazer um tipo de crossover com os livros, sendo mais focada no reboot de 2010. Curiosamente, o braço direito do Conde Drácula é um shinigami, ou Deus da Morte, personagem central de outra obra da emissora stream, Death Note. 

Houve um tempo que a HBO era a grande produtora de conteúdo inovador….parece que a empresa de los gatos está deixando o canal de televisão para trás. 

Continue lendo

FILMES E SÉRIES

Mamma Mia 2: Lá Vamos Nós de Novo! é a sequência esperada ao musical

ABBA volta com tudo no novo longa, que deixa a desejar em vários momentos.

Publicado

em

Por

ABBA sem dúvida é um fenômeno e gravou seu nome na indústria fonográfica. Seus integrantes conseguiram criar músicas que mais do que reproduzir o sentimento de um tempo, traziam em si a universalidade de suas mensagens, tratando sobre sentimentos como amor, sexo, amizade com bastante musicalidade e versatilidade. Não à toa, Mamma Mia, tanto a peça quanto o filme original foram um grande sucesso, trazendo um enredo amarrado e contado pelas músicas da banda sueca, e isso gerou muita ansiedade para o segundo ato. 

 Sophie resolve reinaugurar o hotel na bela ilha grega, o que traz de volta ao paraíso insular os atores do primeiro filme, sendo que boa parte da narrativa sobrepõe o segundo longa ao passado e origem dos personagens, mostrando uma Donna jovem, e seus três amores. Talvez ai esteja a falha fundamental do filme: achar uma jovem Meryl Strip não é uma missão das mais simples, e fato é que Lilly James, por mais esforçada que seja, não chega perto da musa, e pior, teve que fazer mais com muito menos material, pois todas as grandes canções do ABBA, ou ao menos as principais, foram devidamente exploradas no primeiro longa. Pior: ainda que seja uma competente atriz, Lilly não tem lá grandes talentos musicais (assim como outros jovens atores também não), e não soube conduzir o principal elemento narrativo de toda franquia: a paixão de Donna pelos “3 pais” de Sophie. Enquanto os filmes vendem a situação como verdadeiro amor simultâneo e plural, Lilly faz parecer tudo superficial e inconsequente. Sem julgamento, o fato é que se fosse algo tão passageiro, não sustentaria o apego dos 3 por Donna e Sophie passadas 3 décadas.     

Outro ponto que derruba o longa é seu tom: enquanto o primeiro trazia em seu núcleo algo mais leve sobre os encontros e reencontros da vida, o segundo se perde em uma melancolia levemente gratuita, com erros de casting (Cher é uma deusa, mas seu tom de voz definitivamente não tem nada a ver com a sonoridade de ABBA) e pouco destaque para os atores que o público aprendeu a amar. Isso tudo somado à uma noção que maternidade tudo salva, tudo perdoa, tudo justifica, o que perdeu o tom da universalidade do primeiro e certamente descaracterizou a comédia.  

Matar as saudades da belíssima ilha de Kalokairi, seus cenários paradisíacos e boas músicas justifica as quase duas horas de projeção, mas certamente muitos fãs do primeiro filme e da banda saíram achando que faltou algo.

Continue lendo

FILMES E SÉRIES

Animais Fantásticos e Onde habitam 2: os Crimes de Grindewald

Continuação traz diversos elementos em um inegável fã service com a missão de manter o mundo bruxo no hype do bruxinho mais amado de todos.

Publicado

em

Por

Allomorra! E chegou ao fim a espera. Animais Fantásticos e Onde habitam 2: os Crimes de Grindewald chega aos cinemas com a difícil missão de ser a ligação do mundo da magia americano com Hogwarts e os bruxos britânicos. Protagonizados pelo excêntrico Newt Scamander, agora declaradamente a serviço de Alvo Dumbledore, a trama passa por uma romântica Paris em perseguição ao bruxo das trevas Grindewald, antecessor de Voldemort, agora assumido na feição de Jhonny Depp, se caracterizando como o arqui-inimigo do então jovem professor de magia contra as artes das trevas, Dumbledore, espetacular na interpretação de Jude Law.

Todo o time do primeiro longa está de volta, agora bem reforçado de outros atores de ponta. Com maior espaço para Depp, longe de seu Capitão Sparrow mas ainda assim estranho e espetacular, e com Jude Law que conseguiu mimetizar os trejeitos de um Dumbledore mais sênior, mas ainda assim exercendo sua autoridade e liderança natural. 

Além disso, o filme apresenta uma bela viagem pela Paris, vivendo os resquícios de sua Belle Époque, em uma Europa ainda ressentida pelo final da primeira Grande Guerra. Uma Paris mágica que esconde em cada estátua e cada monumento um portal mágico, extrapolando a fascinação que qualquer turista consegue sentir no ar ao visitar a capital do mundo. Produção linda que faz jus ao nome do filme, com animais verdadeiramente fantásticos, com destaque para o Dragão Chinês. Tinha tudo para ser um grande filme.

Infelizmente falta algo. Não se sabe se é por causa da autora/roteirista J.K. Rowling que não dá conta de segurar grandes momentos ou se é a falha na direção do competente David Yattes, mas Animais 2 traz arcos narrativos confusos. Um exemplo é Queenie e Jakob, até então um casal adorável, ou uma manipulação barata de Grindewald, com a principal ameaça sendo um personagem de motivação vaga e ininteligível. O amor entre Dumbledore e Grindewald, até então declarado fora dos livros e filmes, começa a ganhar corpo, mas ainda de forma insipiente e não convincente.

E o pior de tudo, o desfecho do filme parece corrido de forma desnecessária, buscando de qualquer maneira apresentar uma esdrúxula teoria que justifique os dois filmes. Rowling nunca foi bom em construir ou manter tensões de grandes autores ou conduzir grandes batalhas, como se vê nos momentos decisivos de Harry Potter e aqui uma vez mais fica provado suas limitações que a colocam no hall de best sellers, mas não dos escritores imortais. 

Ao final, a percepção que se tem é que Animais Fantásticos tentou tomar uma poção polissuco para tentar emular Harry Potter, e o que poderia ser bom e bem construído no longa parece ter saído cru, tirado do forno antes da hora, deixando um amargo na boca de quem vê. Que o inegável terceiro ato seja colocado nas mãos de um roteirista mais competente, ou menos nas mãos de um diretor com um pouco mais de… Magia. Obliviate! 

Continue lendo

Em Alta!

Copyright © 2018 | TV Prime | Um site do grupo i7 Network