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Séries indicadas ao People’s Choice Awards 2018: Grey’s Anatomy e Shadowhunters lideram

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O People’s Choice Awards já tem as séries, artistas e reality shows indicados para a premiação de 2018. O anúncio dos sucessos na categorias de TV aconteceu nesta segunda-feira (24).  Todo ano, o público vota nos programas e atores favoritos que devem ser reconhecidos pelos seus trabalhos na TV.

Neste ano, os líderes de indicações, com cinco menções cada, são as séries queridinhas do momento Grey’s Anatomy e Shadowhunters. Logo atrás, aparecem, com quatro indicações cada, as séries adolescentes 13 Reasons Why e Riverdale. This Is Us e o humorístico The Big Bang Theory estão com três nomeações cada..

As categorias TV, cinema e música são as preferidas do público no quesito votação. Confira quem foram os indicados em séries e filmes. As votações são feitas no site oficial do evento, e você pode votar quantas vezes desejar. 

People’s Choice Awards 2018 acontece no dia 11 de novembro

Na categoria série 2018, os indicados são: 13 Reasons Why (Netflix); The Big Bang Theory (CBS); Grey’s Anatomy (ABC)
; Shadowhunters: The Mortal Instruments (Freeform); This Is Us (NBC). 

Na categorias atriz de TV de 2018
: Viola Davis, How to Get Away With Murder (ABC); Katherine McNamara, Shadowhunters: The Moral Instruments (Freeform); Camila Mendes, Riverdale (The CW); Mandy Moore, This Is Us (NBC); Ellen Pompeo, Grey’s Anatomy (ABC).

Na categoria ator de TV de 2018
estão: Justin Chambers (Alex Karev), Grey’s Anatomy (ABC); Freddie Highmore, The Good Doctor (ABC); Andrew Lincoln, The Walking Dead (AMC), Harry Shum Jr., Shadowhunters: The Mortal Instruments (Freeform); Cole Sprouse, Riverdale (The CW). 

Estrela de Série Dramática em 2018
: KJ Apa, Riverdale (The CW); Darren Criss, The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story (FX); Mariska Hargitay, Law & Order: SVU (NBC); Katherine Langford, 13 Reasons Why (Netflix); Ellen Pompeo, Grey’s Anatomy (ABC).

Série Dramática de 2018

13 Reasons Why (Netflix); Grey’s Anatomy (ABC); The Handmaid’s Tale (Hulu); Riverdale (The CW) e This Is Us (NBC) disputam o prêmio na categoria de série dramática.

Estrela de Série de Comédia em 2018: Drew Barrymore, Santa Clarita Diet (Netflix); Kristen Bell, The Good Place (NBC); Donald Glover, Atlanta (FX); Jim Parsons, The Big Bang Theory (CBS); Sofia Vergara, Modern Family (ABC).

Série de Comédia de 2018: The Big Bang Theory (CBS); black-ish (ABC); The Good Place (NBC); Modern Family (ABC); Orange Is the New Black (Netflix)

Série de Ficção Científica ou Fantasia de 2018: The Expanse (Syfy); The Originals (The CW); Shadowhunters: The Mortal Instruments (Freeform); Supernatural (The CW); Wynonna Earp (Syfy).

Revival de 2018: American Idol (ABC).; Dynasty (The CW); Jersey Shore: Family Vacation (MTV); One Day at a Time (Netflix); Queer Eye (Netflix).

Série Digna de Maratona em 2018: 13 Reasons Why (Netflix); Outlander (Starz); Queer Eye (Netflix); Shadowhunters: The Mortal Instruments (Freeform); Shameless (Showtime).

Formada em pedagogia em 2011, comecei a atuar como redatora há 4 anos. Hoje, como gestora empresarial de uma multiplataforma de jornalismo independente, produzo conteúdo sobre o que sou fã. Séries, músicas e tudo que envolve o mundo pop estão entre os assuntos recorrentes. Além de gerir uma plataforma, minha atividade principal é escrever utilizando as técnicas de SEO.

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OA é um seriado que lembra Stranger Things para adultos

Elementos sobrenaturais forçam reflexões filosóficas e individuais do seriado.

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A primeira impressão sobre a curiosa série da Netflix, OA, coincide com a última: é um Stranger Things para adultos. Aos poucos, a curiosidade vai vencendo a estranheza e o que afastava no início se torna o que atrai em pouco tempo. 

Tal qual uma Sherazade e suas Mil e Uma Noites moderna, OA conduz o espectador, noite após noite, em uma trama de histórias aparentemente desconexas em que é fácil se perder nos fios entremeados, aumentando o desejo saber mais e mais sobre as tramas.

Um drama adulto, intrigante e original que desafia as crenças no humano e na busca de cada um. Seus elementos sobrenaturais acabam forçando algumas reflexões filosóficas, o que faz com que cada indivíduo atribua um significado diferente para os elementos dispostos no seriado. Dificilmente duas pessoas verão OA da mesma forma. 

Um dos maiores pontos de atração da série é como a dança ganha uma conotação não artística, mas sim algo maior, uma chave que abre portas, caminhos e revela segredos. É algo similar aos que se encontra na obra de Tolkien, Silmarilion, na qual a música desempenha o mesmo papel. E tudo aparentemente no contexto suburbano, envolvido na vida escolar de alguns jovens, lembrando as tragédias que geralmente cercam a vida de high school, tanto na ficção quanto na realidade. 

Sem dúvida, mais uma prova que a Netflix, mais que uma grande locadora online, mostra-se como a maior produtora de conteúdos originais do momento. E impossível não ter uma grande expectativa, ou ao menos curiosidade sobre as próximas temporadas.

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‘Operação Fronteira’ é uma tentativa frustrada de um bom filme

Lançamento de guerra da Netflix fica devendo apesar do elenco estrelado.

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Operação Fronteira‘ é um filme de guerra diferente, muito mais focado nos efeitos da guerra do que na guerra em si. No novo lançamento da Netflix, um grupo de amigos formados na guerra e reinseridos na sociedade se reúne a fim de cometer um ato criminoso contra um chefe do narcotráfico na América do Sul e com isso enriquecer e fazer justiça. Ou ao menos é isso com o que eles concordam. 

Estrelas

Recheado de estrelas como Oscar Isaac, Ben Affleck, Pedro Pascal e Charlie Hunnam, Operação Fronteira parece trazer à discussão temas como mérito, valor próprio, legado, companheirismo e honra. Ainda que movidos por objetivos comuns, no final do dia todos os homens tem seus sonhos, suas limitações e suas carências, e situações extremadas como a Guerra podem trazer tanto o melhor quanto o pior de cada um.  

A presença ou ausência de uma bússola moral é o que acaba fazendo a diferença nas escolhas individuais, e as consequências dessas escolhas se fazem sentir ao longo do filme. Como soldados de elite voltam pra casa pra terem baixos salários e vidas comuns depois de decidirem guerras e influenciarem países? Alguns se mantém acreditando na missão e no bem maior do que fazem, outros na vocação e seu valor e outros simplesmente não pensam. Mas a todos o poder contagia e sua ausência os castiga.  

Introspectivo

No fim, um filme mais introspectivo do que barulhento, Operação Fronteira acaba por tratar de diversos temas, sem se propor a resolver nenhum deles, deixando o filme com um sentimento de inacabado ao seu final, não sendo nem um espetáculo, nem tampouco um filme ruim, e certamente dividirá opiniões.

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As Viúvas promete ser um filme que acaba por decepcionar

Ambicioso e promissor, filme peca com ritmo moroso e narrativa pouco inspirada

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Promissor, esse longa de Steve McQueen se propõe a lançar um novo olhar sobre os filmes de criminosos. O que acontece com quem fica para trás? Muito se fala sobre os criminosos em sí, mas quase nada sobre as famílias, esposas e filhos, que são o foco desse filme. Quatro criminosos morrem em um assalto que dá errado, e deixam pontas soltas para trás, cabendo às suas antigas companheiras decidir o que fazer, afinal de contas nem sempre a morte é o ponto final. 

Recheado de um elenco extremamente qualificado, o filme conta com Viola Davis no papel principal, como sobrevivente à Liam Neesson, além de Michele Rodriguez, Elizabeth Debicki, Colin Farrel, e o cada vez mais versátil e surpreendente Daniel Kaluuya, Robert Duvall e Jon Bernthal. Ao encontrar esse elenco, a expectativa do expectador fica grande, afinal é uma coleção de indicações e performances de destaque, mas infelizmente o grande filme fica na promessa. 

A estrutura do filme é correta, e faz sentido como o mesmo é montado. Mas seu ritmo é lento, arrastado, com muito foco nas narrativas prévias, deixando de lado a ação, e misturando arcos narrativos familiares, criminais e políticos. É muito arco narrativo para pouco tempo de tela.

E assim, o excesso de bons atores não se reflete em boas atuações, sendo alguns deles totalmente subaproveitados, como Jon Bernthal, que aparece em uma cena. Já Michele Rodriguez parece exatamente a mesma em todo filme, sejam alienígenas, carros velozes ou criminosos.  

Não é um filme ruim, mas tampouco é um filme excelente. Algo entre ok e bom, passa o tempo, mas claramente podia ser bem melhor, não só pelo elenco mas pela premissa adotada. Pena que o enredo não ajudou e o filme acaba brilhando mais em seu trailer do que em sua projeção.

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